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Marcha Fúnebre
Era só mais um dia ruim
Não havia ordem, nada era linear..
Aquela vida era mesmo uma estrada de mão dupla.. sem direção
E eu tava na contramão, de novo....
Mais uma vez o tempo atropela
A ordem natural dos acontecimentos...
Eu não tinha oq perder...
A minha vida não tinha sentido...
Eu apenas não queria ser mais uma na multidão..
Eu queria o meu espaço, eu queria liberdade...
Eu queria voar para longe..
Um lugar em que ninguém possa me perguntar
"como eu tava"...."oq me afligia"
A minha existência não era singular,
Muito menos engrandecedora...
Eu nunca tive boas histórias pra contar...
No futuro, eu preferia não pensar...
O passado! Doce fantasma a me guiar...
O choque! A queda! Não pude me levantar!
O anjo trazia a Morte no olhar...
E foi aí, que as gotas da derradeira geada, me fizeram cegar....
A princípio, um precipício.
Velas acesas, a multidão caminhava conforme a batida da marcha fúnebre.
Levem-me daqui, eu não quero ver nada disso!!!
Eu perdi o controle da minha vida.
Eu não pude achar A Porta!
Triste fim de um pessimista
Sentimentos recortados...
Jogados no chão da sala...
Fora a noite que se embebedara.
O cigarro queimava dentro do cinzeiro...
Acabara de ser tragado..
A taça tinha sua borda manchada do vinho que ardia em vermelho-sangue;
o sumo deste pranto rubro queimava na garganta
Que corroía as entranhas, movidas pelo prazer oportuno..
Os lábios, tal qual a cor do vinho, começaram a ficar dormentes...
Os olhos rodavam fora das órbitas, encharcados de lágrimas curiosas,
Que ousaram molhar a cálida face daquela pobre garota...
Ela se debruçou sobre seus pensamentos
Conseguira ver, finalmente, a dimensão do seu fim...
Teve medo do desconhecido.. sabia que não era boa o suficiente...
Fraquejou;
Caiu;
E não mais levantou.
04/02/2005 by eu msm...
*ouvindu Los Hermanos/Pierrot
*Cris e Rafa vieram aki em casa... se despediram.. Eles vao passar o carnaval lah na Taíba.. Lua de mel antecipada! huauhauauuha! e eu aki.. estudandu.... é isso msm... vamos tentar ver o lado bom... hmm... é.. ahn.. xovê... BAH!
*to simplesmente viciada em los hermanos... socorrooooo! huahuauaua! x)
essa é pah nóis, amore... ×)~~
último romance/Los Hermanos
Eu encontrei-a quando não quis
mais procurar o meu amor
e quanto levou foi pra eu merecer
antes de um mês eu já não sei
e até quem me vê, lendo jornal
na fila do pão sabe que eu te encontrei
E ninguem dirá
que é tarde demais
que é tao diferente assim
o nosso amor
a gente é quem sabe pequena
Me diz o que é o sufoco que eu te mostro alguém
a fim de te acompanhar
e se o caso for vira pra eu
levo essa casa numa sacola
Eu encontrei-a e quis duvidar
tanto clichê
deve não ser
voce me falou
pra eu não me preocupar
ter fé e ver coragem no amor
e só de te ver
eu penso em trocar
a minha tv num jeito de te levar
a qualquer lugar
que você queira
E ir onde o vento for
e pra nós dois
sair de casa ja é
se aventurar
Me diz o que o sossego que eu te mostro alguém
afim de te acompanhar
e se o tempo for te levar eu sigo essa hora
eu pego carona
pra te acompanhar


Proudhon era filho de camponeses da região de Franché-Comté. Seu pai era um tanoeiro e proprietário de uma taberna. Proudhon iniciou a vida como tipógrafo e mais tarde trabalhou como representante de uma firma transportadora com sede em Lyon. Foi aí que manteve seus primeiros contatos com os socialistas e começou a desenvolver teorias próprias sobre um sistema sem governo baseado numa organização econômica cooperativista e na libertação do crédito da agiotagem que o controlava. Em 1840 publicou Qu'est-ce-que la propriété?, onde se declarou pela primeira vez anarquista.
O livro foi elogiado por Marx que se transformaria mais tarde no grande crítico das idéias de Proudhon. Durante a revolução de 1848-9, Proudhon tornou-se deputado independente da Assembléia Nacional e fundou um Banco do Povo para demonstrar na prática as suas teorias de crédito livre e editou uma série de diários altamente críticos, começando com Le Representant du Peuple, que lhe valeu uma longa temporada na prisão sob o reinado de Napoleão III. Posteriormente um outro livro De la Justice, levou a que fosse julgado e exilado na Bélgica. De volta a Paris, suas críticas corajosas fizeram dele um líder respeitado entre os operários, e um grupo de discípulos seus, os Mutualistas, teve participação ativa na criação da Primeira Internacional.
Seu livro póstumo, De la Capacité Politiqque des Classes Ouvrières, forneceu a base teórica para o anarco-sindicalismo. Bakunin chamava-o de "Mestre de todos nós!"
/título retirado de "A propriedade é um roubo"mto bom por sinal.. esclarece as diferenças entre socialismo/comunismo e anarquismo.
/é uma boa opção pra quem quer conhecer bem a ideologia, ou ate msm esclarecer algumas "mentiras" e preconceitos que se espalham por aí... é importante conhecer antes de tomar algum julgamento preciptado....